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Para tudo há salvação: O arroz virou papa? Junte um ovo, um punhado de cheiro verde bem picadinho, algum vegetal ralado, queijo ralado e farinha de trigo até dar o ponto de virar bolinho e frite em óleo bem quente. O macarrão cozinhou além do ponto? Não escorra. Junte na mesma água alguns vegetais cortados em cubos pequenos, um cubo de caldo de carne e faça uma sopa. O feijão queimou? Peça uma pizza. Colocou muito sal na comida? Sirva juntamente com uma grande jarra de água. O bolo solou? Sirva com sorvete e diga que é um brownie. Como tirar cheiro de alho das mãos? Esfregue pó de café. Como tirar cheiro de pó de café das mãos? Esfregue um peixe. Como tirar cheiro de peixe das mãos? Não me faça ser mal-educada.
Escrito por Cris às 10h10
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Sábios conselhos de pai: "Brincadeira de mão não dá pé" Essa em aprendi ainda muito pequena, mas eu nunca levei a sério e vivia na porrada com meus irmãos (admito que mais apanhava do que batia). "Anote tudo, não confie na memória". Esse é a minha lei. Quando uma pessoa começa a me pedir milhões de coisas, eu logo pego um papel, uma caneta e começo a anotar. Aliás, eu sempre tenho rascunhos à mão e tenho mania de fazer listas. Das listas de compras às listas mais bizarras do tipo "misturada": - e-mail professor - fazer unhas pés - alface - cabide - carregar pilhas "Nunca durma quando estiver cozinhando" Certa vez eu coloquei umas beterrabas pra cozinhar, fui até o meu quarto e deitei um pouquinho pra descansar as pernas. Dormi profundamente menos de 2 minutos depois. A água da panela secou e eu só acordei com o vizinho gritando que tinha algo queimando. Era a porra da panela. Ninguém se machucou, só a beterraba e meu pai me alugou o resto da noite por causa do incidente (acho que meu pai gosta muito de beterraba). "Case com quem quiser, desde que não seja com um policial" Eu nunca entendi bem o porquê desse conselho, mas meu pai pode ficar tranquilo porque eu não vou casar mesmo.
Escrito por Cris às 16h54
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Maquinaria
Chegamos ao show cedo e deu tempo de assistir Nação Zumbi, tomando cerveja e descalços com os pés na grama (que ainda não tinha virado lama). Aliás, o sol estava escaldante e, é claro, que eu fiquei com a marca do top, do relógio, da pulseira da segregação etc. Essa pulseira era obrigatória para maiores de 18 anos (que ficariam livres para beber), mas na verdade era uma pulseira que restringia o acesso à área "premium" do evento e nós só descobrimos isso quando tentamos ir aos banheiros do lado direito do palco (aqueles mesmos banheiros que eram livres nos shows do "Claro que é Rock" e "Radiohead") e o segurança disse: "Essa pulseira não dá acesso a este lado". Ao que o Ricardo respondeu "E onde é o banheiro dos pobres?" (por mim, eu mijaria nos pés do segurança só de raiva, mas eu ainda não estava bêbada). Eu só fiquei meio bêbada durante o show do Deftones, banda que eu não conhecia bem (graças a deus) e continuo não querendo conhecer. Mas como era a banda que antecedia o Jane´s no palco principal, eu tive que assistir o final do show já no meio dos fãs. E no empurra-empurra, nós finalmente chegamos à grade dos segregados (os degradados filhos de Eva). Bem eu ainda não estava colada na grade, tinha dois meninos na minha frente e o Ricardo começou a negociação pra eu chegar lá e assistir o show como se deve. Conseguimos convencer o cara com a camiseta do Faith No More a me emprestar o lugar dele (eu garanti que devolvia no final do show). Daí em diante foi só alegria. Eu me descabelei, estapeei a gorda-baleia-saco-de-areia que estava parada feito um poste ao meu lado direito e fiz o cara de Brasília que estava ao meu lado esquerdo passar a adorar Jane´s Addiction e só não chorei pra não atrapalhar a visão mágica do Dave Navarro à minha frente (sim, eu casaria com o Dave). Aí veio a chuva (choveu antes?). A chuva veio com o show do Brothers Of Brazil, eu estava parada admirando o João (é que eu acho ele interessante e talz...) e veio uma baqueta parar no meu pé. Peguei a baqueta e entreguei pro Ricardo (que é baterista, inclusive), mas como ele mesmo disse "O que se pode fazer com uma só baqueta?". Tentamos vender, trocar, emprestar e dar a baqueta... Tudo sem resultado. E não há mais nada a dizer. Eu amo Jane´s Addiction e achava que nunca assistiria a um show deles. E eu assisti! EU ASSISTI! 
Escrito por Cris às 10h03
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Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer

Escrito por Cris às 10h49
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Only shallow

Sleep Like a pillow Down(ward) And (Where) She won't care Anyway (where) Soft As a pillow Touch her there Where she won't dare Somewhere Sleep Like a (royal) (subject) Think That you grew Stronger there Speak Your trouble(s) She's not sc(ared) Soft like there's silk Everywhere Sleep (is a) pillow Come Where she won't dare Anyway (where) (Look) In the mirror She's not there Where she won't care Somewhere My Blood Valentine
Escrito por Cris às 10h10
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